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PRÊMIO LIBRE PELA BIBLIODIVERSIDADE

INSCRIÇÕES PRORROGADAS

A Libre – Liga Brasileira de Editoras, entidade representantes das pequenas e médias editoras independentes do Brasil, em parceira com a AIEI – Aliança Internacional de Editores Independentes, tem a honra de lançar o 1º Prêmio Libre pela Bibliodiversidade, patrocinado pelas Bibliomundi e Meta Brasil, empresas que trabalham seriamente pelo progresso de nosso setor editorial.

O prêmio visa congratular um ensaio inédito acerca de temas relativos à bibliodiversidade, aqui entendida como um complexo e autossustentável sistema de contar e fazer circular histórias, escrever, publicar e de outras formas de produção da oratura e da literatura, em que a palavra contribua com um ecossistema social, diversificado e saudável.

Com essa iniciativa esperamos somar forças e prática ao cadeira do livro e da leitura. Contamos com a divulgação e participação máxima de vocês.

A inscrição para o Prêmio, incluindo o envio do arquivo, será virtual, no link: www.bibliodiversidade.bibliomundi.com

O formulário de inscrição encontra-se no anexo I do edital do prêmio.

Edital de Abertura Retificado (07/11/2017)

Edital de abertura (9/8/2017)

Cronograma:

ETAPA

DATA

Início das inscrições

10/08/2017

Encerramento das inscrições

16/01/2018

Divulgação das obras habilitadas

16/02/2018

Divulgação do resultado final

30/05/2018

Outras informações, acesse o edital.

Participem!

Convidados internacionais falarão sobre bibliodiversidade

Três editores internacionais são destaques na programação da Primavera Literária, edição do Rio de Janeiro, promovida pela Liga Brasileira de Editoras (Libre), de 3 a 6 de dezembro, no Museu da República. O francês Gilles Colleu, o chileno Paulo Slachevsky  e o argentino Guido Indij estarão no Rio para falar sobre bibliodiversidade, a pluralidade cultural aplicada ao livro — de vozes, temas, títulos, culturas, editoras, autores e ilustradores. Os três participam da mesa  Os desafios atuais da bibliodiversidade, na sexta-feira (4/12), às 18h30. 
 
Os princípios da bibliodiversidade visam a democratizar e a dar voz às expressões da cultura independente.  O conceito nasceu na América Latina e se difundiu rapidamente nos países hispânicos e na França durante a década de 1990. 
 
No Brasil, a Libre e suas 130 editoras associadas são as principais porta-vozes da bibliodiversidade.

Confira o perfil dos convidados internacionais.
 

Gilles Colleu (francês) é editor e professor associado no departamento Métiers du livre au sein de l’Université de la Méditerranée à Aix-en-Provence. Trabalha há 25 anos como consultor para pequenas, médias e grandes editoras e participou da realização de mais de 1.500 obras. Além disso, é o autor de títulos multimédia culturais para jovens, traduzidos para vinte idiomas. Gilles criou e dirige com Jutta Hepke as edições Vents, cujo catálogo tenta construir pontes entre as culturas do Sul e as culturas do norte. Seus trabalhos mais recentes questionam os aspectos sócio-econômicos e as mudanças pelas quais passa o setor editorial, como a mercantilização e a financeirização do livro. Associou-se em 2002 à Aliança Internacional dos Editores Independentes, que tem como um dos propósitos defender a bibliodiversidade. Através de seminários, artigos e intervenções, Gilles dá especial ênfase aos mecanismos que colocam em risco a diversidade cultural em nível mundial. 
 
Guido Indij (argentino) é editor, livreiro, ilustrador, fotógrafo e gestor cultural. Editou mais de 400 livros. Coordena várias coleções para as editoras La Marca Editora, Asunto Impreso e interZona. Dirige as livrarias Asunto PLUS y Librería de la Imagen. Foi fundador e secretário da Edinar (Alianza de Editores Independientes de la Argentina por la Bibliodiversidad), coordenador da Red Hispanohablante da Alianza Internacional de Editores Independientes e pró-secretario da Cámara Argentina del Libro. Criou o Dia Internacional da Bibliodiversidade, que desde 2010 cresce e se multiplica em dezenas de países.  
 
Paulo Slachevsky  (chileno) é diretor e cofundador da Lom Ediciones, fotógrafo, editor e jornalista. Recebeu a distinção de Oficial da Ordem das Artes e das Letras da França (2005). É coautor de Indústrias culturais: uma contribuição para o desenvolvimento (2004) e Diversidade cultural: um debate internacional, um debate no Chile (2004). Além dos livros fotográficos: Terra de humo (coeditado com Silvia Aguilera, 1996) e Nosso pão de cada dia (com Claudio Pérez , Oscar Navarro e Carlos Tobar, 1986). É membro do Conselho Editorial de Rocinante. Atualmente trabalha no Le Monde Diplomatique (Chile).