CARTA AO FNDE

Rio de Janeiro, 05 de abril de 2018

 

Prezado Presidente do FNDE,

Senhor Antonio Idilvan de Lima Alencar,

 

A Liga Brasileira de Editora (LIBRE), representante de mais de 100 editoras brasileiras independentes, vem por meio desta externar sua preocupação com os retrocessos presentes nos editais: EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA O PROCESSO DE INSCRIÇÃO E AVALIAÇÃO DE OBRAS DIDÁTICAS PARA O PROGRAMA NACIONAL DO LIVRO DIDÁTICO PNLD 2018 e EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA O PROCESSO DE INSCRIÇÃO E AVALIAÇÃO DE OBRAS DIDÁTICAS E LITERÁRIAS PARA O PROGRAMA NACIONAL DO LIVRO E DO MATERIAL DIDÁTICO PNLD 2020. As regras dos editais, na prática, desfavorecem e dificultam a participação de editores independentes, reduzindo a oferta de diversidade para os alunos da rede pública, o que encerra um desrespeito com estes mesmos alunos como leitores e consumidores de livros.

Para entender os problemas dos editais, devemos, inicialmente, considerar que vivemos um tempo de escassez de compras governamentais de livros para a rede pública de ensino, o que impacta profundamente a economia do livro no país. A gritante descontinuidade das ações governamentais na área nos últimos anos fragiliza políticas públicas essenciais num país que ainda enfrenta problemas graves na área da leitura e do letramento.

Além de representar uma retomada tímida e insuficiente dessas compras, os editais trazem problemas de redação que ferem os princípios de formação do leitor. Mais grave que isso é o ataque à igualdade da cadeia do livro. As regras que exigem a formatação de livros para padrões estabelecidos de antemão pelo governo representam um trabalho adicional que, em si, favorece as grandes editoras. Essa questão já fora fartamente discutida e parcialmente superada por governos anteriores pela pela adoção de uma série de medidas que foram, agora, simplesmente ignoradas. Não apenas os grandes grupos econômicos do setor são favorecidos, contrariando o espírito da Constituição de 1988, que prevê o incentivo à ampla concorrência e às empresas de menor porte  ‒ as que, sabidamente, empregam proporcionalmente mais trabalhadores ‒, os editais impõem regras que resultam no oferecimento aos estudantes de livros que mais se assemelham a apostilas, empobrecidos em seus aspectos físicos, o que contribui para afastar os estudantes de um dos elementos centrais do mundo da leitura: a diversidade de formas que o livro pode apresentar.

Além disso, não há regras que de fato limitem a participação de grandes grupos editoriais por meio de CNPJs artificiais, criados apenas para vendas governamentais. Pelo contrário, ignorando os avanços do Estado brasileiro no reconhecimento da importância da diversidade cultural e editorial brasileira, tais normas do PNLD estimulam a concentração e a homogeneidade cultural. É como se o governo trocasse uma floresta nativa por uma floresta de eucaliptos, em que a biodiversidade é sufocada pela monocultura.

Explicando historicamente: depois de uma compra em caráter precário em 2003, o MEC passou a adotar regras que favoreciam a participação de pequenas empresas e a valorização da bibliodiversidade. A limitação no número de inscrições de obra por cada editora concorrente indicou aos editores independentes que eles teriam condições reais de ter suas obras realmente avaliadas, sem ser necessário recorrer à pressão de lobistas ou investimentos improdutivos em marketing. Com a ampliação da participação de editoras independentes no processo, limitando a participação das grandes empresas, cresceu a oferta total de livros produzidos em todo o país e a diversidade de projetos editoriais em disputa. Não é preciso ir além para compreender o impacto disso na variedade editorial que se tornou acessível a milhões de estudantes brasileiros.

Nesse sentido, é preciso entender que os editais em questão representam um atraso enorme no que diz respeito à diversidade editorial. O governo praticamente reconhece que, em vez de bons livros para os alunos da escola pública, ofertará exemplares estanrdardizados e, consequentemente, com menos viço. O setor público, assim, explicita um preconceito contra os mais pobres, que ficam privados da qualidade editorial disponível para os leitores que podem pagar por livros nas livrarias. Além disso, as exigências relativas a manuais de leitura são, também, um retrocesso pedagógico em matéria da autonomia que se espera crescentemente dos professores. Em vez de alunos e professores que produzam e troquem conhecimento, o MEC estimula a padronização da leitura de obras literárias.

Desse modo, a Libre acredita que o PNLD deve ser revisto radicalmente, retomando os avanços que o Estado brasileiro construiu a partir de discussões amplas e democráticas com leitores, autores, editores e professores.

Para que a cadeia do livro seja respeitada e incentivada, é preciso que as editoras independentes, que idealizam suas políticas editoriais com maior autonomia, tenham direito a competir em condição de igualdade com os grandes grupos editoriais.

 

 

Raquel Menezes

Presidente da Libre no biênio 2018-2019

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Nota sobre o caso “Omo-obá – Histórias de Princesas”, da Mazza Edições

A Libre – Liga Brasileira de Editoras vem a público se solidarizar com a Mazza Edições, editora responsável pela publicação do livro paradidático “Omo-obá – Histórias de Princesas”, da autora Kiusam de Oliveira e do ilustrador Josias Marinho. Como tornou-se público nesta segunda-feira (19/3/2018), o livro foi retirado do planejamento curricular da unidade de Volta Redonda da Escola Sesi, mantida pela Firjan – Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, após a coordenação pedagógica receber críticas de alguns pais de alunos por sua adoção.
A Mazza, integrante da Libre e presente no mercado há mais de três décadas, é uma referência na publicação de obras literárias e científicas sobre cultura africana e afro-brasileira. Nesse sentido, a escolha da obra pelos professores da Escola Sesi indica um olhar atento para a diversidade étnica, para a bibliodiversidade e respeito à lei nº 11.645/2008 (referente à obrigatoriedade de estudo de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nos diferentes níveis de ensino)
Felizmente, a Escola Sesi reviu a decisão de excluir o livro do seu projeto pedagógico, já que tal medida não era condizente com o espírito democrático e igualitário que deve nortear a educação, do nível básico ao universitário. Tal espírito mostra-se cada vez mais urgente em tempos de disseminação de discursos e práticas de ódio na sociedade brasileira.
A Libre está e estará sempre atenta à defesa da bibliodiversidade, da democracia e da liberdade de expressão. Seguiremos acompanhando este caso de perto, seus desdobramentos e outros casos semelhantes que porventura venham a surgir.
Raquel Menezes
Presidente

FEIRA INTERNACIONAL DO LIVRO DE GUADALAJARA

Grande evento do mercado editorial e a cada edição demonstrando mais relevância no calendário de eventos do setor, a Feira de Guadalajara congrega editores e demais profissionais da cadeia produtiva da livro do mundo inteiro, que se reúnem para trocar informações e fazer negócios. É uma oportunidade ímpar para negociar direitos de publicação e, principalmente, para expandir os espaços das editoras e obras latino americanas.

A 18ª Feira Internacional do Livro de Guadalajara acontece de 25 de novembro a 3 de dezembro de 2017, em Guadalajara, México e, objetivando incentivar e apoiar as editoras independentes da América Latina, este ano, concedeu aos nossos associados condições especiais de participação no evento, que incluem desconto em passagem aérea, hospedagem e uma mesa no salão de direitos autorais.

Quatro editoras libreiras estarão no evento:

 

 

Lara Kouzmin-Korovaeff é Editora e Diretora de Arte na Semente Editorial desde 2010. Mestranda em História Social da Cultura – PUC/RJ, pós graduada em Arteterapia e Processos de Criação – UVA/RJ, com especialização pela FGV/RJ no curso Publishing Management e graduada em Design Gráfico pela Universidade Estácio de Sá/RJ. Apaixonada pela vida, pela arte e pela literatura. Acredita, como Dostoiévski, que a beleza salvará o mundo.

 

 

 

Juliana Flores é jornalista, produtora cultural e editora da Aletria. Recentemente idealizou e produziu o projeto CURA – Circuito Urbano de Arte. É diretora de eventos da Libre.

 

 

 

Mariana Warth é graduada em jornalismo e Mestre em Produção editoral pela University of the Arts London, atua no editorial da Pallas e da Pallas Míni com Cristina Warth, sua mãe, com olhar para inovação e qualidade dos livros, valorizando a cultura brasileira e o resgate da herança africana brasileira, foco da Pallas há quase 45 anos. Já lecionou em alguns cursos de pós-graduação e é diretora de relações internacionais da Libre.

 

Raquel Menezes é Doutora em Literatura Portuguesa pela UFRJ, onde também cursou a Graduação e o Mestrado. É editora da Oficina Raquel e acaba de lançar em Portugal a OCA editorial. É Presidente da Libre no biênio 2015-2017.

 

 

 

Camila Perlingeiro é editora da Pinakotheke e da Memória Visual. É uma das fundadoras da Libre e atualmente é suplente do conselho fiscal da entidade.

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Programação da 17ª Primavera Literária do Rio de Janeiro

 26 de outubro de 2017 – quinta feira

14h

Sylvia Orthoff: Um Ramalhete De Histórias

Com Cristina Villaça e Antonella Catinari

18h

Martinho da Vila conversa sobre o Rio de Janeiro, crônicas e música

Com Martinho da Vila e mediação de Raquel Menezes

 

27 de outubro de 2017 – sexta feira

16h

Edição e autopublicação

Leandro Müller, Paula Cajaty, Mariana Warth e mediação de Leonardo Cazes

18h

SHOW MUSICAL

Música Exteporânea Brasileira (MEB)

 

 

28 de outubro de 2017 – sábado

11h

O Rio de que temos e o Rio que queremos

Com Alba Zaluar, Orlando Zaccone, Adair Rocha e mediação de Lucas Alvares

14h

Poesia e música: experiências de poetas na música brasileira

Com Mauro Santa Cecília, Bruno Levinson e Zé Rinaldi

16h

A crise política e o poder no Brasil

Com Arnaldo Mourthé, Bernardo Kocher e mediação de Rudolph Hasan

18h

Toda comida tem uma história      

Joana Monteleone, Tatiana Damberg, Pedro Asbeg e mediação de Camila Perlingeiro

 

PROGRAMAÇÃO CULTURAL INFANTIL

ESPAÇO INFANTIL QUINDIM

28 de outubro de 2017 – sábado

10h

Oficina de desenho / Caldo Verde

Daniele Geammal e Bruno Dante (Revan)

12h

Contação de histórias, leitura dramatizada, roda de conversa / Xavier

Carlos Carvalho e Venicio Ribeiro (Gramma)

Oficina de artes

16h

Arte Brasileira para Crianças

Isabel Diegues, Márcia Fortes, Mini Kerti ePriscila Lopes (Cobogó)

18h

Oficina especial Clube Quindim

 

 

 

29 de outubro de 2017 – domingo

11h

Darcy Ribeiro, sempre

Com Paulo Ribeiro, Maria José Latgê e mediação de Jesus Chediak

14h

A poesia está na rua

Slam das Minas, Tupinambá Lambido e mediação de Luiz Guilherme Barbosa

16h

Conservadorismo e retrocesso nos dias de hoje

 José do Nascimento Jr., Andrea Pachá, Wanderley Quedo e mediação de Fernando Molica

18h

Posto, logo existo: literatura em tempos de redes sociais

Cristiane Lisbôa, Crib Tanaka, Ernesto Xavier e mediação de Camila Perlingeiro

 

PROGRAMAÇÃO CULTURAL INFANTIL

ESPAÇO INFANTIL QUINDIM

29 de outubro de 2017 – domingo

10h

Bate-Papo e Lançamento / Não me toca, seu boboca

Andrea Viviana Taubman e Thais Linhares (Aletria)

 

12h

Espetáculo Musical e Jogos Iogues /As Aventuras do Menino Iogue

Antônio Tigre e Gustavo Peres (Memória Visual)

14h

Workshop com o autor /Turma da Página Pirata em Tirinhas

Marcelo Amaral (Bambolê)

 

16h

Contação de Histórias e Oficina de Ilustrações / A Joaninha e a Sombrinha

(Maria Elaine Altoé) / A Caverna do Tempo(Regina Frota) com ilustrações de Fran Junqueira (Semente)

 

18h

Oficina Especial Clube Quindim

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17ª Primavera Literária do Rio de Janeiro

De casa nova, a Primavera Literária Rio 2017 vai ocupar a histórica Casa França-Brasil, entre os dias 26 a 29 de outubro de 2017, de 10 às 20h.

A casa, hoje um dos mais conceituados museus da cidade, é uma construção dos tempos de D. João VI, projetada pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny (1776-1850), e inaugurada em 1820 como a primeira Praça do Comércio do Rio de Janeiro.

A Primavera Literária, o mais tradicional das editoras independentes no Brasil, é um evento que contribui para a movimentação da atividade econômica do setor editorial, para a democratização da leitura e para a discussão de políticas públicas para Livro e da Leitura. É um evento promovido pela Libre – Liga Brasileira de Editoras, que tem como objetivo principal a promoção da bibliodiversidade.

Haverá programação cultural com temáticas efervescentes, Martinho da Vila nos visitará para um bate papo sobre Rio de Janeiro, crônicas e samba e as crianças serão contempladas com o Espaço Infantil Clube Quindim estreando na Primavera Literária. O Clube Quindim é um clube de assinaturas de livros infantis que tem, entre seus curadores, nomes especiais como Ziraldo, Adriana Calcanhotto e Marina Colasanti. O Espaço Infantil Clube Quindim terá contações de histórias e muitas outras atrações.

Acesse a programação completa da 17ª Primavera Literária.

Para acompanhar as notícias da Primavera Literária do Rio de Janeiro, curta a gente no Facebook.

A Primavera conta com apoio dos parceiros: Bibliomundi, Meta Brasil, Publishnews, SEC-RJ & Casa França-Brasil, MetaBooks e Clube Quindim

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Primavera Literária de BH 2017

A 3ª edição da Primavera Literária de Belo Horizonte reunirá o mercado editorial independente no Centro de Referência da Juventude de 14 a 17/9.
Este ano, o FLI-BH (Festival Internacional de Literatura de Belo Horizonte) retoma a bem-sucedida parceria iniciada em 2015 com a Primavera Literária da Libre, feira de livros que reúne 45 editoras da entidade e convidadas.
O FLI-BH é realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura (FMC) em parceria com a terceira edição da Primavera Literária. O evento conta ainda com a parceria cultural do Sesc em Minas Gerais e do BDMG Cultural.
Com o tema Vozes de Todos os Cantos, a segunda edição do FLI-BH propõe trazer à cena a diversidade que a literatura expressa reunindo grupos que movimentam a cena literária na cidade e em diferentes partes do mundo. O festival homenageia a escritora mineira Laís Corrêa de Araújo, personalidade influente no meio literário, que se configura como uma grande intelectual brasileira, pesquisadora, ficcionista, tradutora e ensaísta.
Serviço:
2ª Festival Literário Internacional – FLIBH e 3ª Primavera Literária
De 14 e 17 de setembro
Centro de Referência da Juventude – CRJ (Praça da Estação, s/n, Centro, BH)
Toda a programação é gratuita

ESPAÇO LIBRE NA 18ª BIENAL DO LIVRO DO RIO DE JANEIRO

Em parceria com a Meta Solutions, a Libre – Liga Brasileira de Editoras comparece 18ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro, de 31 de agosto a 10 de setembro de 2017.

Esta ação ratifica o propósito da entidade, com a certeza de que a presença de editoras independentes neste evento é uma iniciativa importante para, além de ofertar ao público leitor uma quantidade de títulos ainda maior, promover bibliodiversidade.

O Espaço Libre fica no Pavilhão Verde, entre o espaço de atividades infantis ENTRELETRAS e o espaço do livro digital e conta com confortável área de convivência, onde serão realizados diversos lançamentos, e estandes com as editoras Andrea Jakobsson, Ibis Libris, Jaguatirica, Oficina Raquel, Malê, Mourthé, Pinakotheke e Vermelho Marinho.

No dia 1º de setembro, de 10h a 12h haverá uma apresentação da Meta Solutions no Espaço Libre voltada para editores.

 

Serviço:

18ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro

Rio Centro – Av. Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca

Entrada: R$ 24,00 (inteira), R$ 12,00 (meia)

Espaço Libre

Pavilhão verde, entre as ruas ‘n’ e ‘o’

31 de agosto a 10 de setembro de 2017

10 horas a 21 horas

 

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PRÊMIO LIBRE PELA BIBLIODIVERSIDADE

INSCRIÇÕES PRORROGADAS

A Libre – Liga Brasileira de Editoras, entidade representantes das pequenas e médias editoras independentes do Brasil, em parceira com a AIEI – Aliança Internacional de Editores Independentes, tem a honra de lançar o 1º Prêmio Libre pela Bibliodiversidade, patrocinado pelas Bibliomundi e Meta Brasil, empresas que trabalham seriamente pelo progresso de nosso setor editorial.

O prêmio visa congratular um ensaio inédito acerca de temas relativos à bibliodiversidade, aqui entendida como um complexo e autossustentável sistema de contar e fazer circular histórias, escrever, publicar e de outras formas de produção da oratura e da literatura, em que a palavra contribua com um ecossistema social, diversificado e saudável.

Com essa iniciativa esperamos somar forças e prática ao cadeira do livro e da leitura. Contamos com a divulgação e participação máxima de vocês.

A inscrição para o Prêmio, incluindo o envio do arquivo, será virtual, no link: www.bibliodiversidade.bibliomundi.com

O formulário de inscrição encontra-se no anexo I do edital do prêmio.

Edital de Abertura Retificado (02/03/2018)

Edital de Abertura Retificado (07/11/2017)

Edital de abertura (9/8/2017)

Cronograma:

ETAPA

DATA

Início das inscrições

10/08/2017

Encerramento das inscrições

30/04/2018

Divulgação das obras habilitadas

18/05/2018

Divulgação do resultado final

1506/2018

Outras informações, acesse o edital.

Participem!

Festas das editoras independentes no Jabuti

Livros premiados estão à venda na Primavera Literária, edição Rio de Janeiro, no Museu da República, até domingo

Seis editoras independentes associadas à Liga Brasileira de Editoras (Libre) foram agraciadas com o 57º prêmio Jabuti, o mais importante prêmio literário do Brasil — Alameda Casa Editorial, Cosac Naify, Pallas e Pallas Míni, Terceiro Nome e Balão Editorial. A cerimônia que anunciou os vencedores de 2015 aconteceu na última quinta-feira (3/12), no auditório do Ibirapuera, em São Paulo.
 
Publicado pela Alameda Casa Editorial, ‘A casa da vovó: uma biografia do DOI-Codi (1969-1991), o centro de sequestro, tortura e morte da ditadura militar’, do jornalista Marcelo Godoy, venceu como livro do ano, na categoria não ficção. ‘A casa da vovó’ é um livro-reportagem que mostra como operava o DOI-Codi, órgão de repressão para onde eram levados e onde sofriam torturas inimigos do regime durante a ditadura militar.
O Jabuti premia os três primeiros colocados em cada categoria. As editoras independentes também foram contempladas com os seguintes prêmios:
Contos e Crônicas – 2º Lugar – Dez Centímetros Acima do Chão – de Flavio Cafiero – Cosac Naify; 3º Lugar – Olhos D’água – de Conceição Evaristo – Pallas Editora. Gastronomia – 1º Lugar – Gente do Mar – Vida e Gastronomia dos Pescadores Brasileiros – de Ricardo Maranhão – Terceiro Nome. Ilustração – 2º Lugar – Lobisomem sem Barba – Ilustrador(a): Wagner Willian – Balão Editorial. Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil – 1º Lugar – A Força da Palmeira– Ilustrador(a): Anabella López – Pallas Míni. Romance – 2º Lugar – Caderno de um Ausente – de João Anzanello Carrascoza – Cosac Naify.
 
A Primavera Literária vai até domingo (6/12), no Museu da República, com a participação de 100 editoras independentes, mais de 15 mil títulos à venda e descontos de até 50%. O horário é das 10h às 21h.

Festas das editoras independentes no Jabuti

Livros premiados estão à venda na Primavera Literária, edição Rio de Janeiro, no Museu da República, até domingo

Seis editoras independentes associadas à Liga Brasileira de Editoras (Libre) foram agraciadas com o 57º prêmio Jabuti, o mais importante prêmio literário do Brasil — Alameda Casa Editorial, Cosac Naify, Pallas e Pallas Míni, Terceiro Nome e Balão Editorial. A cerimônia que anunciou os vencedores de 2015 aconteceu na última quinta-feira (3/12), no auditório do Ibirapuera, em São Paulo.
 
Publicado pela Alameda Casa Editorial, ‘A casa da vovó: uma biografia do DOI-Codi (1969-1991), o centro de sequestro, tortura e morte da ditadura militar’, do jornalista Marcelo Godoy, venceu como livro do ano, na categoria não ficção. ‘A casa da vovó’ é um livro-reportagem que mostra como operava o DOI-Codi, órgão de repressão para onde eram levados e onde sofriam torturas inimigos do regime durante a ditadura militar.
O Jabuti premia os três primeiros colocados em cada categoria. As editoras independentes também foram contempladas com os seguintes prêmios:
Contos e Crônicas – 2º Lugar – Dez Centímetros Acima do Chão – de Flavio Cafiero – Cosac Naify; 3º Lugar – Olhos D’água – de Conceição Evaristo – Pallas Editora. Gastronomia – 1º Lugar – Gente do Mar – Vida e Gastronomia dos Pescadores Brasileiros – de Ricardo Maranhão – Terceiro Nome. Ilustração – 2º Lugar – Lobisomem sem Barba – Ilustrador(a): Wagner Willian – Balão Editorial. Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil – 1º Lugar – A Força da Palmeira– Ilustrador(a): Anabella López – Pallas Míni. Romance – 2º Lugar – Caderno de um Ausente – de João Anzanello Carrascoza – Cosac Naify.
 
A Primavera Literária vai até domingo (6/12), no Museu da República, com a participação de 100 editoras independentes, mais de 15 mil títulos à venda e descontos de até 50%. O horário é das 10h às 21h.