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A literatura fluminense foi, entre todos os afluentes regionais, o maior tributário para o curso formador das letras nacionais. Basta dizer que, apenas na fase do Romantismo, movimento que originou a própria literatura brasileira em termos efetivos, quase 30% dos autores hoje considerados clássicos, excetuando outros tantos nascidos na cidade do Rio de Janeiro, eram naturais da Província fluminense, como Casimiro de Abreu (Barra de São João, atual município de Casimiro de Abreu), Raul Pompéia (Angra dos Reis), Joaquim Manoel de Macedo (Itaboraí) e vários outros, de acordo com os nomes elencados por Antonio Candido em sua alentada obra “Formação Literária Brasileira”.

Nas fases seguintes, a contribuição do Estado do Rio não foi menor. Que o digam as obras parnasiana de Alberto de Oliveira (Saquarema), o “Príncipe dos Poetas”, e modernista de Adelino Magalhães (Niterói). Isso para não falar no autor daquela que é considerada pelos críticos e historiadores como o maior ícone da literatura brasileira – Os Sertões –, Euclides da Cunha (Cantagalo), cujo centenário de morte, digno de merecer a mesma relevância atribuída em 2008 ao de Machado de Assis, está sendo reverenciado ao longo do ano de 2009.

Entre os contemporâneos, os autores fluminenses continuaram merecendo posição de destaque, como mostram José Cândido de Carvalho, Geir Campos, Marcos Almir Madeira e Antônio Callado, entre tantos outros. Hoje, escritores notáveis, como Luís Antônio Pimentel, o quase centenário introdutor do cânone do haicai no Brasil, sustentam a tradição da boa literatura que brota em terra fluminense.

Essa é a nossa matéria-prima. Esse é o compromisso da Nitpress. Literatura fluminense pura e simples.