Sinopse: Memórias de um pescador. Uma história de paixão pela pesca que começa na
Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro, com bagres, e que o leva a
Argentina, Chile, Bolívia, Equador, Venezuela, Costa Rica, Belize, México e
ao Alasca, em busca do peixe maior, do mais bonito, do mais brigão. Cada
conto é uma aventura. O autor fala sobre os bons tempos do Pantanal de Mato
Grosso, quando era necessário fazer barulho na água para o peixe morder a
isca. Conta da emoção de ver um marlin emergir atrás de uma lula, a poucos
metros da popa do barco; do tucunaré atacando com violência a isca, na
superfície da Baía de São Benedito, em plena Floresta Amazônica.
Generosamente, ele compartilha com o leitor a briga que teve com um bonefish
em Christmas Island, no Oceano Pacífico, que levou duzentos metros de linha,
a quarenta e cinco quilômetros por hora; e com o tarpão, em Islamorada,
saltando três metros fora da água.
O autor é um pescador ecologicamente correto. Ele usa a técnica de pesca com
mosca (flying fish) que introduziu no Brasil na década de noventa. As iscas
não ferem muito o peixe que é devolvido para a água depois de pesado e
fotografado.
Sumário: A maldição; Memórias do Arpoador; Os pampos de São Conrado; Batismo de fogo;
A vingança dos paneleiros; O marlin branco do Jack Spot; A morte de um rio;
La Boca; Um dia inesquecível; Uma aventura no Alasca; Camurupins de
Islamorada; O primeiro bonefish; A saga do dourado;O fantasma cinzento dos
baixios; Pescando no escuro;O mapinguari; Os gafanhotos do Ñirihuao;Ao sul de
Cancún;As marrons do Misterioso; Dois mosqueiros no Iriri; As trutas da
Laguna Cea.
Orelha: A pescaria é uma paixão que começa antes dos dez anos de idade, quando a
gente pega, com uma varinha de bambu, nosso primeiro lambari. Antes disso,
porém, a prática de catar tatuís na onda que avança na areia já indica que a
relação com a água - seja na beira da praia, nos rios ou no mar - é intensa,
cheia de altos e baixos, repleta de aventuras.
É esse espírito irrequieto, essa emoção à flor da pele que o leitor vai
perceber ao ler sobre as pescarias do Paulo. Uma aventura que ele começou na
Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro, e que o levou até o Alasca.
Essas histórias de pescador são... verdadeiras! O autor fala sobre os
bons tempos do Pantanal de Mato Grosso, quando era necessário fazer barulho
na água para atrair o peixe à isca. Conta da emoção de ver um marlin emergir
atrás de uma lula, a poucos metros da popa do barco; do tucunaré atacando com
violência na superfície de uma baía do Rio São Benedito, em plena Floresta
Amazônica. Compartilha com o leitor a briga que teve com um bonefish em
Christmas Island, no Oceano Pacífico, que levou duzentos metros de linha, a
quarenta e cinco quilômetros por hora; e com o tarpão, na Flórida, saltando
três metros fora da água, encarando uma sofisticada vara de grafite.
Mas Paulo é um pescador ecologicamente correto: usa a técnica de pesca
com mosca (fly fishing) que ele mesmo introduziu no Brasil na década de
noventa. As iscas não ferem o peixe que é devolvido para a água depois de
pesado e fotografado.
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